INTERNACIONAL (Pág 23)

Arnold Schwarzenegger e Donald Trump voltaram a trocar farpas após o episódio em que o presidente americano reclamou da queda de audiência do programa Celebrity Apprentice (Aprendiz Celebridades). Agora, durante o evento anual National Prayer Breakfast, Trump pediu que o ator fosse incluído na tradicional oração da reunião. O motivo? Novamente a audiência do reality show.
“Eles contrataram Arnold Schwarzenegger, uma grande estrela de cinema para ficar no meu lugar. E vimos no que isso resultou. As audiências estão descendo pelos canos”, disse o presidente americano. “Então eu quero orar por Arnold, por essa audiência.”

A brincadeira não passou despercebida por Schwarzenegger, que pouco depois publicou no Twitter um vídeo com uma ótima resposta. “Eu tenho uma ideia. Por que a gente não troca de empregos? Você assume a TV, pois é um grande especialista em audiência, e eu assumo seu trabalho. Assim, finalmente, as pessoas poderão voltar a dormir em paz”, disse o ator.

Fonte : Veja

Ter uma cobra de estimação já não é algo lá muito comum. Imagine quando o esse animal decide se enrolar na sua orelha.

E foi isso que aconteceu com a americana Ashley Glawe, moradora de Oregon, Estados Unidos. Equanto brincava com o réptil, ele se enroscou no lóbulo da orelha da dona, que precisou ser levada ao hospital para retirar o bicho.

“Eu estava segurando minha cobra quando essa estúpida viu um buraco, que vinha a ser o lóbulo da minha orelha, e achou que era uma ideia brilhante tentar passar por ele. Tudo aconteceu muito rápido”, relatou Ashley em seu Facebook. E completou: “Antes mesmo de eu perceber o que estava acontecendo, já era tarde demais. Agora, acredite se quiser, eu estou em uma sala de emergência de um hospital com Bart preso na minha orelha. Por que eu estou sentindo que essa é a primeira vez que algo assim acontece por aqui?”.

Fonte: Noticias ao Minuto

Queimação e fortes dores de cabeça. Essas eram as queixas apresentadas por uma mulher de 42 anos, moradora de Injambakkam, na Índia. Ela sentia ainda algo se mexendo, o que chamou a atenção dos médicos.

Selvie, como foi identificada a paciente, sentia ainda uma sensação de “rastejamento” na narina direita e só após um exame de imagem foi possível detectar o que estava provocando o sofrimento da mulher. Uma barata estava presa num pequeno espaço no crânio, entre os olhos.

A mulher foi levada às presas para o bloco cirúrgico e depois do procedimento, que durou aproximadamente 45 minutos, os médicos conseguiram retirar a barata viva do crânio da mulher.

Caso o inseto não fosse retirado, morreria e teria infectado o cérebro da paciente. O vídeo é angustiante e consegue passar um pouco da agonia que a mulher estava sentido. Assista se tiver coragem:

Fonte: UOL

Uma doença que provocou a morte de mais de 100 crianças por ano intrigou os médicos em uma região da Índia por cerca de duas décadas. Um estudo publicado na revista científica The Lancet nesta semana explica que a doença é causada pela ingestão de lichia quando a criança está de estômago vazio.

O mal afeta crianças aparentemente sadias na região de Bihar, no nordeste da Índia, e provoca convulsão e perda de consciência. Quase metade das vítimas morre, reportou a rede britânica BBC.

Segundo o estudo, a maioria das vítimas intoxicadas vivia em uma área pobre na região que é a maior produtora de lichia do país. Elas comeram as frutas que caíram dos pés nas plantações.

A lichia contém uma toxina que iniba a capacidade do corpo de produzir glicose. O problema afeta as crianças com baixos níveis de açúcar no sangue por não terem se alimentado nas últimas horas – daí o estômago vazio.

De acordo com os relatos dos familiares, as crianças acordavam no meio da madrugada gritando, antes de sofrer convulsões e perder a consciência em função de inchaço no cérebro.

Os pesquisadores que investigaram o caso descobriram uma associação entre os pacientes indianos internados entre maio e julho de 2014 e um surto de uma doença que também provocava convulsão e inchaço do cérebro em crianças no Caribe. O surto caribenho foi provocado pela ackee, fruta parente do guaraná que contêm hipoglicina, substância que impede a produção de glicose – e também é encontrada na lichia.

Desde que os médicos passaram a recomendar que os moradores não deixem as crianças ficarem muitas horas sem se alimentar e restrinjam a quantidade de lichias consumidas por dia, o número de mortes começou a cair.

Fonte: Veja

Aproximadamente 60 mil vistos foram cancelados desde que os EUA adotaram o decreto anti-imigração, segundo o porta-voz do Escritório de Assuntos Consulares do Departamento de Estado, William Cocks.

“Como sempre, segurança nacional é nossa maior prioridade ao emitir vistos”, afirmou. “Para efeito de comparação, nós emitimos 11 milhões de vistos de imigrante e não imigrante no ano fiscal de 2015 [novembro de 2014 a outubro de 2015]”.

Mais cedo, o jornal “The Washington Post” e a rede de TV NBC News haviam noticiado que mais de 100 mil vistos foram revogados. O número foi revelado por um advogado do governo americano durante audiência com a representantes de dois irmãos que chegaram no sábado ao aeroporto de Dulles e foram colocados de volta em um voo para a Etiópia.

“O número 100 mil tirou todo o ar dos meus pulmões”, disse ao “Washington Post” Simon Sandoval-Moshenberg, advogado do Legal Aid Justice Center, que representa os dois irmãos que chegaram no sábado ao aeroporto de Dulles e foram colocados de volta em um voo para a Etiópia.

No dia 27 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o decreto que proíbe por 90 dias a entrada nos EUA de qualquer indivíduo de sete países de maioria muçulmana “com tendências de terrorismo” (Síria, Iraque, Irã, Iêmen, Líbia, Somália e Sudão), suspende por 120 dias a admissão de refugiados no país e, por período indeterminado, a entrada de cidadãos sírios.

Nos primeiros dias após a medida, até portadores de “green card”, a autorização para morar e trabalhar nos EUA, foram deportados ou tiveram seus vistos cancelados.

O advogado do governo, Erez Reuveni, da seção de litígio em imigração do Departamento de Justiça, não soube especificar quantas pessoas com vistos válidos foram mandadas de volta para seus países de origem desde o aeroporto de Washington. Mas ele afirmou que todas as pessoas portadoras de “green cards” foram autorizadas a entrar no país.

O governo está tentando resolver individualmente casos como o dos irmãos iemenitas Tareq e Ammar Aqel Mohammed Aziz, que tentaram entrar no país com vistos válidos. Os EUA vão permitir que eles e outros na mesma situação recebam novos vistos e tenham a entrada no país liberada, caso eles desistam do processo que movem contra o governo americano.

A Casa Branca não se manifestou sobre o número divulgado pelo advogado Erez Reuveni. Com informações da Folhapress.Fonte: Folhapress