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A emenda vai atender uma demanda antiga dos cidadãos das áreas rurais de Vilhena

Na última semana, a deputada federal Mariana Carvalho (PSDB) anunciou que incluiu no Orçamento Geral da União emenda no valor de R$ 359 mil para a Secretaria Municipal de Agricultura de Vilhena.

O recurso será designado para a compra de um trator agrícola e uma retroescavadeira. De acordo com secretário de Agricultura, Rogério Henrique, esse equipamento será importante para os trabalhos executados pela secretaria e vai beneficiar o setor agrícola.

“Esses equipamento vai fortalecer a agricultura familiar. Tivemos um ano de 2017 muito proveitosos, porém, precisamos de equipamento para nos fortalecer e atender melhor. A deputada estadual, Rosangela Donadon (PMDB), foi uma grande parceira e hoje só temos que agradecer a deputada Mariana Carvalho, que no final de 2017 incluiu no orçamento essa emenda”, ressalta o secretário de agricultura.

De acordo com Mariana Carvalho, essa emenda atenderá o setor com mais eficácia. “Estive em Julho em Vilhena, e o secretário Rogério Henrique tinha me falado da necessidade que sua secretaria estava passando. E enumerou diversos trabalhos que estava realizando, então, me senti na responsabilidade de ajudar a fomentar o setor agrícola desta cidade que tanto tenho carinho”, disse a deputada.

A emenda da deputada foi incluída no Orçamento Geral da União através do Programa Calha Norte, do Ministério da Defesa. O programa tem como objetivo promover o desenvolvimento sustentável dos municípios e a integração da população à cidadania, com foco na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

Por Assessoria

Caso diz respeito a processo por corrupção e lavagem de dinheiro

relator da Lava Jato no Tribunal Federal da 4ª Região (TRF-4), João Pedro Gebran Neto, negou um recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra uma decisão do juiz Sérgio Moro que estende uma perícia sobre material enviado pela Suíça relativo à Odebrecht.

A documentação diz respeito ao caso em que o petista é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, acusado de receber R$ 12,5 milhões em propina da empreiteira. O suborno teria sido pago por meio de um apartamento vizinho ao imóvel onde ele reside, em São Bernardo do Campo (SP), de R$ 500 mil, e de um terreno em São Paulo que supostamente abrigaria seu instituto, de R$ 12 milhões.

Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, os papéis enviados pela Suíça foram extraídos da contabilidade informal da Odebrecht e serão analisados no processo, que está na primeira instância, na 13ª Vara Federal, em Curitiba.

Na visão da defesa de Lula, o material seria “prova nova”, e não haveria “autorização das autoridades suíças” para sua utilização no processo. No entanto, a solicitação foi negada por Gebran em caráter liminar. Segundo ele, a premissa que permitiu a perícia é “adequada”.

ANSA

O vereador de Cuiabá, Elizeu Nascimento (PSDC), chamou atenção neste domingo ao participar da Corrida de Reis carregando uma arma semelhante a um fuzil. Sargento da reserva da Polícia Militar, Elizeu estava ao lado dos colegas da Polícia Militar.

Pré-candidato a deputado estadual, o parlamentar tem feito de tudo para ocupar espaço e ganhar visibilidade em busca de votos. Ele foi um dos vereadores a apoiar a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB), gravado pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) recebendo propina à época em que era membro da Assembleia Legislativa.

FOLHA MAX

Presidente da Câmara tem articulado para viabilizar candidatura

Reeleito deputado federal em 2014 com apenas 53 mil votos, Rodrigo Maia (DEM-RJ) trabalha fortemente nos bastidores para viabilizar candidatura à Presidência da República. Segundo o jornal O Globo, ele já conversou e recebeu o apoio do presidente do PP, Ciro Nogueira, o que lhe garantiria mais tempo na TV e a parceria de uma bancada com 47 deputados federais.

Maia também tem propagado o apoio de outros cinco partidos.

O parlamentar ganhou maior projeção e relevância na política nacional desde que se tornou presidente da Câmara dos Deputados em substituição a Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso no âmbito da Operação Lava Jato.

NOTÍCIAS AO MINUTO

Ainda segundo o deputado, ‘o pessoal da esquerda não quer largar o poder’ e ‘a carta na manga é o Lula’

Odeputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse nessa sexta-feira (5) em conversa com jornalistas, no Recife, que “se Deus quiser, Lula vai ser condenado” no julgamento em segunda instância do caso do Tríplex, marcado para o próximo dia 24, em Porto Alegre (RS).

Para o candidato à Presidência do país, o Brasil terá problemas de segurança não só em Porto Alegre, mas também em outras capitais. “Tem que estar alerta no Brasil todo, o pessoal da esquerda não quer largar o poder, a carta na manga é o Lula”, comentou segundo o ‘Metrópoles’.

Bolsonaro viajou ao Recife para o anúncio do acordo de concorrer à Presidência pelo PSL.

NOTÍCIAS AO MINUTO

Atualmente, família do presidenciável possui 13 imóveis no Rio de Janeiro

Em 1988, quando ingressou na política, o deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) declarava ter apenas uma veículo Fiat Panorama, uma moto e dois lotes de pequeno valor na cidade de Resende (RJ), que hoje custariam aproximadamente de R$ 10 mil.

Vinte anos depois, em 2008, a família declarou à Justiça Eleitoral possuir bens em cerca de R$ 1 milhão, incluindo três imóveis. Atualmente, segundo levantamento do jornal Folha de S. Paulo, o parlamentar e seus três filhos com atividade na política são donos de 13 imóveis com preço de mercado de R$ 15 milhões, algumas das quais localizadas em algumas das regiões mais nobres do Rio de Janeiro, como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca, a maior parte adquirida nos últimos dez anos.

O jornal paulista chegou a enviar perguntas a Jair e aos filhos Flávio, deputado estadual no Rio, e Carlos, vereador na capital fluminense, referentes ao rápido crescimento do patrimônio da família desde o ingresso na vida política. Jair não respondeu, Flávio disse que está de férias e Carlos afirmou possuir patrimônio modesto e igual há vários anos.

Fonte : Notícias ao Minuto

O quadro político para as eleições gerais (presidente de República, governadores, duas das três vagas ao Senado e deputados (federais e estaduais) aos poucos vai se desenhando. Lula, Bolsonaro, Álvaro Dias, Geraldo Alckmin, João Dória são alguns nomes que despontam no cenário nacional, mas o importante para Rondônia é o quadro local.

Nomes conhecidos do eleitor de Rondônia estão se preparando enfrentar as urnas em outubro próximo. Alguns já trabalhando, pois se lançaram como pré-candidatos, como o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) e o presidente da Assembleia Legislativa (Ale), Maurão de Carvalho (PMDB-Andreazza).

Outros nomes foram apresentados e já estão em busca do apoio popular, como os casos do advogado Jackson Chediak, do PCdoB; Pimenta de Rondônia pelo Psol e o senador Ivo Cassol (PP-RO), que mesmo estando inelegível disse que irá concorrer a governador, cargo que ele ocupou em Rondônia em dois mandatos seguidos.

Agora surge uma nova aliança que deverá “esquentar” a política no Estado. É a disposição do vice-governador Daniel Pereira (PSB), que assumirá o governo do Estado em março próximo, porque o governador Confúcio Moura (PMDB) pretende disputar cargo eletivo nas eleições deste ano provavelmente uma das duas vagas ao Senado.

Assumindo, Daniel tem condições de candidatar-se à reeleição. Pessoas ligadas a ele garantem que Daniel, caso assuma será candidato em uma ampla parceria com Acir Gurgacz. É aí que está a novidade.

No caso de Daniel assumir o governo, o senador Acir, pré-candidato ao governo abriria mão da candidatura e indicaria o vice, no caso a vereadora mais bem votada de Ji-Paraná, Sílvia Cristina (PDT), pessoa de extrema confiança do empresário-senador.

Caso isso venha a se confirmar, o que não é improvável, os indicativos são de disputa ferrenha pela sucessão de Confúcio, com Acir,que é jovem aguardando as eleições de 2022, já que não teremos mais reeleição e disputar o governo do Estado em condições extremamente favoráveis, lógico, dependendo do desempenho de Daniel, caso se reeleja.

O quadro sucessório aos poucos vai mudando e se encaixando na realidade política estadual. A ousadia de Daniel com apoio de Acir demonstra que a oposição se preocupa com o PMDB (que em breve voltará a ser MDB), que tem Maurão de Carvalho à frente. É o grupo mais forte, politicamente de Rondônia e que, inclusive, tem o maior número de deputados na Ale.

Como já dizia Magalhães Pinto, ex-governador de Minas Gerais e banqueiro: “política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já muda”.

Autor / Fonte: Waldir Costa

 

RONDÔNIADINAMICA

Inquérito policial foi aberto em 8 de novembro de 2013, pelo delegado Márcio Adriano Anselmo.

O juiz federal Sérgio Moro determinou que a Polícia Federal não arquivasse o inquérito que deu origem à Operação Lava Jato, em Curitiba, que teve sua primeira fase deflagrada em 14 de março de 2014.

O encerramento do procedimento de investigação inicial do escândalo da Petrobras, que tinha como alvo a atuação do doleiro Alberto Youssef na lavagem de R$ 1,4 milhão do ex-deputado federal José Janene (PP-PR) – morto em 2010 -, no Posto da Torre, em Brasília, em maio do ano passado, aconteceu dois meses antes da dissolução do Grupo de Trabalho de policiais, que atuava exclusivamente na força-tarefa.

“A autoridade policial requer o arquivamento do presente inquérito, eis que, ‘no que se refere às providências de investigação a cargo da Polícia Federal, não existem mais demandas a serem solucionadas nestes autos’”, escreveu Moro, em despacho de 27 de setembro, anexado no próprio inquérito.

“Em que pese não haja mais diligências investigativas a serem realizadas neste inquérito, o fato é que veicula ele inúmeras demandas de forma centralizada, não sendo oportuno, no momento o seu arquivamento, por uma mera questão pragmática.”

Origem
O inquérito policial 1041/2013 foi aberto em 8 de novembro de 2013, pelo delegado Márcio Adriano Anselmo, que iniciou as investigações que desencadearam a primeira fase da Lava Jato, que prendeu em março de 2014 o doleiro Alberto Youssef – velho conhecido da Justiça Federal, do Caso Banestado – e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

O inquérito nasceu de uma descoberta feita por Anselmo nas escutas telefônicas que tinham sido autorizadas pelo juiz federal Sérgio Moro, nos telefones da lavanderia de dinheiro do doleiro Carlos Habib Chater, dono do Posto da Torre. “No curso da interceptação, surgiram, porém, indícios de práticas de crimes por terceiros que não compõem o grupo criminoso dirigido por Carlos Chater, em espécie de encontro fortuito de provas”, escreveu Moro, ao autorizar as investigações desmembradas de um inquérito aberto ainda em 2009. Os crimes de terceiros levaram ao escândalo Petrobras.

O encerramento do “inquérito mãe” da Lava Jato pela PF tem caráter simbólico, mas aconteceu em um momento em que policiais e procuradores da força-tarefa do Ministério Público Federal acusaram um “desmonte” da equipe que iniciou as investigações, em Curitiba, promovido no governo Michel Temer.

Em julho do ano passado, a PF de Curitiba comunicou oficialmente que o grupo de trabalho da Lava Jato passou a integrar a Delegacia de Combate à Corrupção e Desvio de Verbas Públicas (Delecor). Na prática, os quatro delegados que restaram na equipe – que já teve 9 – deixaram de trabalhar exclusivamente no caso Petrobras.

A decisão de arquivar o “inquérito mãe” foi assinada pelo delegado Igor Romário de Paula, que comandava a equipe da Lava Jato. “Conforme se observa em fls. 138/165, o procedimento já se encontra relatado e com as respectivas ações penais concluídas em primeira instância”, explica Igor, no despacho de maio, enviado a Moro.

“Os autos têm sido mantidos em andamento no âmbito policial para atendimento à demandas secundárias, como por exemplo, a definição de incidentes de restituição de bens apreendidos.”

Para o juiz, mesmo sem diligências mais vinculadas ao inquérito, “inúmeras demandas” estão centralizadas nele, não sendo oportuno seu encerramento.

“Ciência à autoridade policial”, assina Sérgio Moro.

AGÊNCIA ESTADO

Dez dias antes do Natal, o juiz federal Sérgio Moro barrou nova ofensiva do ex-presidente Lula contra ele. O magistrado rejeitou, em 14 de dezembro, a segunda exceção de suspeição criminal ajuizada pelo petista e por sua defesa em ação penal sobre supostas propinas da Odebrecht – um terreno de R$ 12 milhões aonde supostamente seria sediado o Instituto Lula e o apartamento 121, no edifício Hill House, em São Bernardo, vizinho à residência do ex-presidente.

 

O ex-presidente tem acumulado derrotas na primeira instância e nos tribunais em sua tentativa de tirar processos das mãos de Moro e de Curitiba para se livrar de condenação e de provas que o ligam a esquema de corrupção na Petrobrás e ao sítio de Atibaia, ao triplex do Guarujá e a propinas de empreiteiras. Até 26 de novembro do ano passado, os advogados de Lula haviam apresentado 10 pedidos para afastar Moro ou tirar os processos da 13ª Vara Federal em Curitiba.

A nova ofensiva é assinada por Lula e por seus advogados. Segundo a exceção de suspeição, Moro teria se tornado suspeito “por ter participado, como palestrante, do 4.º Evento Anual Petrobrás em Compliance, na sede da Petróleo Brasileiro S/A – Petrobras em 8 de dezembro de 2017”.

Na ocasião, afirmam o petista e sua defesa, o juiz da Lava Jato aconselhou “o assistente de acusação, no caso a Petrobrás, sobre medidas de prevenção e combate à corrupção e a respeito de matérias pendentes de julgamento”.

A primeira exceção de suspeição nesta ação foi rejeitada por Moro.

“A presente exceção deve seguir a mesma sorte”, afirmou o magistrado na decisão que barrou a segunda ofensiva de Lula.

O juiz anotou que suas declarações, durante o evento da Petrobrás, tiveram como base “casos já julgados no âmbito da Operação Lava Jato”. A estatal é assistente de acusação do Ministério Público Federal nos processos da Lava Jato.

O magistrado descreveu a Lula e à sua defesa cinco medidas que havia sugerido no evento: proteção contra o loteamento político dos cargos na estatal; realização, aleatória, de averiguações sobre o patrimônio de executivos da Petrobrás; imposição da obrigação de que comunicações dos executivos ou empregados da Petrobrás sobre negócios e contratos ocorresse exclusivamente por meio de endereços eletrônicos oficiais; estudo da possibilidade de concessão de prêmios financeiros modestos em contrapartida a comunicações (denúncias) internas da prática de crimes no âmbito da empresa; e averiguações mais profundas sobre os fornecedores da estatal.

“As sugestões apresentadas pelo julgador, além de terem presente somente os casos já julgados, visam o presente e o futuro e não o passado”, afirmou Moro.

“Ao contrário do afirmado falsamente pelo excipiente, não houve qualquer aconselhamento jurídico sobre a forma ou o conteúdo da atuação da Petrobrás, como Assistente de Acusação, nas diversas ações penais da qual faz parte perante este Juízo.”

Moro garantiu não ter havido, durante o evento, ‘qualquer referência a casos em andamento ou pendentes de julgamento, nem houve sequer menção ou qualquer referência aos casos penais aos quais responde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva’.

“Na aludida exposição, este julgador não fez qualquer referência à ação penal ou ao objeto dela ou ainda às acusações que pendem contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou mesmo ao nome Luiz Inácio Lula da Silva ou ao cargo que ele ocupou no passado”, anotou Moro.

“Importante destacar que, ao contrário do que sugere a defesa, a atuação deste julgador não gira exclusivamente em torno de seu cliente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sendo ele responsável por diversos outros casos criminais e por outras atividades.”

Na decisão, Moro ainda aponta que sua participação no evento “não foi remunerada”.

De acordo com o juiz, foram pagas pela Petrobrás ‘as despesas de deslocamento e de uma diária de hotel em quarto comum, como é de praxe para convidados de outras localidades’.

“Assim, não houve cobrança de qualquer valor pelo julgador. O julgador aceitou participar do evento pois entendeu que poderia contribuir, eventualmente de maneira relevante, com sugestões para aprimorar o sistema de compliance da empresa estatal, o que reputou de interesse público, já que se deve evitar o passado, considerando os casos já julgados, no qual ela foi vitimada por crimes praticados por agentes públicos e políticos inescrupulosos”, registrou.

AGÊNCIA ESTADO

O deputado estadual Cleiton Roque (PSB), assegurou ao orçamento do estado
por meio de emenda parlamentar, recurso na ordem de R$ 839 mil reais para
recuperação de estradas vicinais do município de Pimenta Bueno.
Durante a manhã desta quarta-feira (03), Cleiton Roque esteve na prefeitura
municipal de Pimenta Bueno a convite da prefeita Juliana Roque (PSB) e
presenciou a assinatura da ordem de serviço para a empresa vencedora em
licitação dar início às obras.
Juliana parabenizou ao parlamentar pelo excelente trabalho desempenhado em
todo o estado de Rondônia e o agradeceu, “Esse recurso será aplicado na
recuperação de várias estradas no setor Roosevelt. Estrada da Roda Viva,
Linha 107, 108, Linha 21, 112, 114, 116, e parte do setor Caladinho”.
A chefe do executivo pimentense disse ao deputado, “O valor de R$ 839 mil
reais do projeto inicial foi reduzido para R$ 606 mil na licitação. Do valor
remanescente nós faremos pedido ampliação de metas e mais serviços serão
executados e beneficiarão outras estradas”.
Ainda explicando para Cleiton Roque o cronograma de trabalho, Juliana
justificou, “Nesse período chuvoso será executado apenas um trecho da
Estrada da Roda Viva, Linhas 100,104 até a 108, pois o trecho é de
característica arenosa e o material a ser jogado lá é melhor de ser trabalhado
nesse período. Após execução do trabalho nessas linhas a empresa para e
retorna no período de estiagem atendendo as Linhas 112, 114, 116 e parte do
setor Caladinho”.
Cleiton Roque parabenizou o planejamento e forma de execução do trabalho e
destacou, “Estou muito feliz em poder estar contribuindo para darmos melhores
condições de trafegabilidade nas estradas vicinais, são nossos alunos, são
nossos produtores, somos todos nós os beneficiados com isso”.
Ainda esta semana a empresa estará transportando as maquinas para a zona
rural e no início da próxima semana inicia o trabalho.

Omégeni Ramos