POLITICA (Pág 30)

Acusação é de fraudes em licitações enquanto parlamentar era governador.
Ivo Cassol e outros envolvidos já foram condenados pelo STF.

O Ministério Público Federal em Rondônia (MPF-RO) está processando o senador Ivo Narciso Cassol, outras nove pessoas e duas empresas por fraudes em licitações realizadas no período em que ele foi governador de Rondônia. O órgão também ingressou com outras oito novas ações que serão julgadas pela Justiça Federal, em Porto Velho, e não possuem caráter sigiloso.

O MPF remeterá cópia à Procuradoria-Geral da República, órgão central do MPF, a fim de que se avalie a possibilidade de ingresso de nova denúncia no STF pelos novos crimes cometidos.

O G1 tentou entrar em contato com a assessoria do senador para conseguir um posicionamento, mas até a publicação do material, não recebeu resposta.

Segundo a acusação, empresas pertencentes ou ligadas diretamente a Ivo Cassol venceram várias licitações realizadas pela administração pública estadual e foram contratadas para execução de obras. O MPF-RO aponta que assim que assumiu o governo de Rondônia, Cassol reproduziu no âmbito estadual o mesmo esquema que fez quando era prefeito de Rolim de Moura: o direcionamento das licitações para favorecer um estrito grupo de empresas pertencentes a seus parentes ou a pessoas próximas a ele.

Além de Ivo Cassol, também são réus nas ações de improbidade as empresas que venceram as licitações.

O MPF-RO pede que a Justiça Federal condene os réus às penas do artigo 12 da Lei de Improbidade Administrativa: perda do cargo, mandato, emprego ou função pública; suspensão dos direitos políticos; pagamento de multa; ressarcimento dos prejuízos causados ao erário, entre outras penalidades.

Além disto, também quer que todos sejam obrigados a pagar indenização por danos morais sofridos pela União e pela própria sociedade, totalizando R$ 8 milhões em reparação.

Supremo Tribunal Federal – Ivo Cassol e outros envolvidos já foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quase cinco anos de prisão por fraude em licitações em Rolim de Moura.

Apesar da condenação no STF e do reconhecimento das irregularidades por outras instituições, como o Tribunal Contas da União (TCU), Ivo Cassol e os demais réus praticaram as mesmas improbidades nas licitações realizadas no Governo de Rondônia a partir de 2003.   Por G1/RO

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (15) a quinta fase da Operação Pecúlio, batizada de *NIPOTI. A ação acontece em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) e tem a finalidade de desarticular grupo de pessoas voltadas para a prática de irregularidades perante a Administração Pública do Município de Foz do Iguaçu (Tríplice Fronteira) e na Câmara Municipal da cidade, mediante desvio de recursos públicos, com a finalidade de obtenção de vantagens indevidas. Doze dos 15 vereadores de Foz do Iguaçu foram presos, segundo a assessoria de imprensa da PF.

Conforme a PF, são cumpridos 78 mandados judiciais, sendo 20 de prisão preventiva, oito de prisão temporári 11 de condução coercitiva e 39 de busca e apreensão. A operação acontece em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao grupo criminoso, nas cidades de Foz do Iguaçu, Curitiba, Cascavel, Maringá, Pato Branco, Recife (PE) e Brasília (DF).

A corporação acrescentou que as ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara da Justiça Federal de Foz do Iguaçu/PR fundamentadas em diversos indícios e colaborações premiadas obtidos ao longo das investigações e fases da Operação Pecúlio.

As investigações da PF e do MPF apontam que em algumas obras de pavimentação em Foz do Iguaçu foram constatados prejuízos consumados na ordem de aproximadamente R$ 4,5 milhões. Além disto, segundo a PF, os serviços foram realizados com baixa qualidade.

Postado Por : Urupa Notícias

Com informação , do Rondoniagora

No final de outubro, o Ministério Público Estadual entrou com uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Ariquemes, Lorival Amorim (PDT). O órgão ministerial teria recebido uma representação escrita, que a Prefeitura de Ariquemes estaria, de forma contínua e sistemática, veiculando na mídia local (impressa escrita, falada e televisiva), propaganda institucional custeada pelos cofres públicos, com inserção de promoção pessoal dele.

Dentre as irregularidades apontadas pelo MPE, a representação indica que a Prefeitura teria firmado contrato com uma empresa no valor de R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais) e que, desde sua contratação, estaria veiculando uma série de matérias e peças publicitárias, sistemática e ostensivamente, em todos os meios de comunicação na cidade (imprensa escrita, falada, televisa), além das redes sociais, contendo a logomarca adotada exclusivamente pela atual administração e slogans: “JUNTOS FAZEMOS MAIS”.
A vasta documentação apresentada na ação civil pública pode demonstrar, que a referida logomarca “JUNTOS FAZEMOS MAIS” é utilizada em todas as propagandas institucionais realizadas, atualmente, na gestão de Lorival Amorim, estando, inclusive, estampada no sítio eletrônico oficial do Município e disponível para download, como também nas redes sociais, a exemplo do YouTube, Instagram e Facebook, além de placas, outdoors, adesivos e placas em imóveis, veículos, máquinas e equipamentos de propriedade do Município.

Segundo o MPE, além da logomarca e slogan, Lorival utilizava na “propaganda institucional” frases repetitivas, a exemplo de “A PREFEITURA TRABALHA SEM PARAR”, com o objetivo de formar, junto à população, um conceito e valor que, de forma indireta, favorecia a administração e gestão dele, burlando, de forma velada, a legislação vigente que prevê a possibilidade de publicidade apenas para fins educativos, culturais e informativos.

Diante dos fatos, o Ministério Público pediu a antecipação de tutela por meio de liminar e ao ressarcimento integral do dano correspondente aos gastos com publicidade nos anos de 2013/2016, à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de 5 a 8 anos, pagamento de multa civil de 2 vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de 5 anos, nos termos do art. 12, incisos I e II da LIA, em virtude da prática de atos de improbidade tipificados nos artigos 9º, caput e inciso XII, 10, caput e inciso XI e 11, caput e inciso I.

Derrota

Já em decisão publicada no Diário Oficial da Justiça da terça-feira (13), o Tribunal de Justiça de Rondônia concedeu agravo de instrumento, com pedido de efeito suspensivo, ao Ministério Público Estadual que recorreu da decisão da 3ª Vara Cível de Ariquemes que indeferiu antecipação de tutela ao fundamento de não vislumbrar os requisitos indispensáveis.

Por isso, o desembargador Gilberto Barbosa concedeu o agravo de instrumento ao MPE contra Lorival Amorim. “Há evidência nos autos de autopromoção do agravado – o que de resto, como de sabença, é prática usual por aqueles que eventualmente estejam a ocupar cargos públicos –, pois o prefeito, como dito, vem se utilizando de logomarca e slogans que evidenciam o propósito de dar destaque à sua conduta à frente do Executivo municipal. Como bem observado pela Ministra Carmem Lúcia, atual Presidente do Supremo Tribunal Federal, há uma enorme intolerância com a falta de eficiência do Poder Público que nos leva a pensar como é que temos que agir para que a sociedade não desacredite no Estado. Neste contexto, reconhecendo presentes os requisitos indispensáveis, impõe-se vetar que o agravado continue a se beneficiar com a propaganda para autopromoção à custa do dinheiro público. Sendo assim, altero a decisão agravada para acolher a postulação de antecipação de tutela nos termos requeridos com a inicial da ação civil pública e, como consequência, obstar ato, ou publicidade, que estejam a caracterizar promoção pessoal do agravado. Neste contexto, defiro o efeito suspensivo ativo. Oficie-se ao Juiz da causa dando ciência desta decisão. Intime-se o agravado para que ofereça contraminuta”.

FONTE: RONDONIAVIP

PF apura se petista recebeu da Odebrecht terreno para erguer o Instituto Lula e investiga compra e locação de imóvel em São Bernardo do Campo.

A Polícia Federal indiciou mais uma vez o ex-presidente Lula na Lava Jato, por corrupção. Esse indiciamento tem duas frentes de investigação.
Os delegados apuram se o ex-presidente recebeu da Odebrecht um terreno onde seria construída a sede do Instituto Lula e também investigam a compra e locação de um imóvel em São Bernardo do Campo que está em nome de Glaucos da Costa Marques. Glaucos é primo do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula. A cobertura teria custado R$ 503 mil e fica no mesmo prédio onde Lula mora.
De acordo com os delegados, foi simulado um contrato de locação em nome da mulher de Lula, Dona Marisa Letícia, mas esses pagamentos dos aluguéis não existem, segundo os investigadores.
A ex-primeira-dama e mais cinco pessoas foram indiciadas por lavagem de dinheiro. O Instituto Lula declarou que o ex-presidente jamais solicitou ou recebeu valores indevidos, e que Lula tem comprovação do pagamento de aluguel do imóvel de São Bernardo do Campo. O Instituto diz ainda que o terreno citado nos inquéritos nunca foi sede da organização.
A defesa de Marisa Letícia afirma que o indiciamento dela não tem qualquer base jurídica.
A Odebrecht não se manifestou.
O Bom Dia Brasil não conseguiu contato com Glaucos da Costa Marques.

Por : Globo.com


A pena, segundo o deputado Ricardo Izar, se deve ao alto grau de reprovabilidade da conduta do parlamentar

Jean Wyllys disse estar defendendo sua honra diante da homofobia

O deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) pode ter o mandato suspenso por quatro meses por causa do episódio em que cuspiu no deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). É o que recomenda o relatório do deputado Ricardo Izar (PP-SP) sobre o caso apresentado nesta terça-feira ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. A intenção da comissão é votar o parecer antes do recesso parlamentar.

Por : em.com.br

Numa intensa troca de tiros com a polícia, dentro da mata fechada e debaixo de uma forte chuva, dois traficantes colombianos foram mortos, quase no final da tarde deste domingo, no município de Coari, distante 363 de Manaus.

Os estrangeiros fazem parte do grupo de traficantes que vem sendo procurado por policiais civis e militares que compõem a Força Tarefa que procura o delegado Thyago Garcez, desaparecido no rio Solimões na noite do último dia 5, durante a abordagem de uma embarcação que transportavam mais de 600 quilos de droga.

De acordo com o delegado Mariolino Brito, que é o titular do Departamento de Polícia do Interior, os colombianos mortos reagiram a prisão atirando com um fuzil AK – 47 e uma pistola calibre 9 milímetros.

Delegado Mariolino Brito confirmou duas mortes na troca de tiros

A equipe de policiais que localizou os colombianos viajou quase duas horas de lancha e caminhou quase o mesmo período dentro da selva para encontrar o esconderijo dos traficantes e já se previa que eles não iriam querer se entregar por bem e já se sabia que estavam fortemente amados.

Participam da Força Tarefa para encontrar o delegado Thyago Garce, em Coari, o Grupo Força Especial de Resgate e Assalto (FERA), Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), além de policiais militares policiais militares da Companhia de Operações Especiais (COE) e da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães).

Nesta segunda-feira completam sete dias do desaparecimento do delegado Thyago Garcez, e as buscas que sendo realizadas diuturnamente pelo rio e por terra, já envolvem mais de 70 homens da Polícia Civil e da Polícia Militar.

O delegado Mariolino Brito ressaltou que os corpos dos traficantes colombianos mortos na troca de tiros seriam trazidos para Manaus nesta segunda-feira de manhã. Os dois homens ainda não foram reconhecidos e até onde se sabe, não estavam com nenhuma documentação pessoal.

Por : Portal do Zacarias

Dez prefeitos eleitos dos maiores municípios do estado receberam, nesta quinta-feira (8), orientações para fazer gestões produtivas no momento em que a recessão afeta as administrações e inviabiliza obras essenciais. Reunidos na sede da Associação Comercial e Industrial de Ariquemes, eles ouviram propostas, questionaram e elogiaram as iniciativas que tornam o governo de Rondônia um dos poucos a ter (PIB) Produto Interno Bruto positivo em pleno período recessivo.
Controle de gastos com pessoal, fiscalização e acompanhamento das obras, investimento em obras prioritárias e atenção total com a prestação de contas. Com estas recomendações, os secretários do governo do estado entregaram aos prefeitos o caminho para superar obstáculos comuns às administrações atuais.
Os novos gestores, que assumirão em janeiro as prefeituras de Porto Velho, Ariquemes, Jaru, Ouro Preto, Rolim de Moura, Ji-Paraná, Vilhena , Buritis, Cacoal e Pimenta Bueno são estratégicos para Rondônia. Eles vão comandar municípios que concentram cerca de 80% das riquezas do estado. O secretário chefe da Casa Civil, Emerson Castro, foi claro quando falou da importância deste seleto grupo de prefeitos: se eles forem bem sucedidos nas prefeituras, o estado estará bem, também.
Fazer administrações com realizações fundamentais para a população, na avaliação do governador Confúcio Moura, que foi prefeito duas vezes em Ariquemes, é um desafio no momento de crise nacional. Superar os obstáculos, entretanto, é construir um caminho ainda mais promissor para o momento em que a fase recessiva passar.
Da parte de Confúcio, ficou explícito durante o encontro, não faltará suporte, como já vem ocorrendo, independente da corrente política do gestor municipal. “Queremos que os municípios com suas próprias pernas, com as receitas locais, com as parcerias. Mas o estado também contribuirá”, disse.
O recado do governador tem a ver com a situação dos prefeitos que estão em fim de mandato. Com poucas exceções, eles recorreram ao estado para construir pontes, asfaltar ruas, cuidas das vias de escoamento da produção e, por determinação judicial, até de unidades de saúde nos municípios.
Um dos pontos altos da reunião foi a apresentação do Sistema de Gerenciamento de Projetos Prioritários (SGPP), utilizando para gerenciar obras estaduais. O programa foi doado gratuitamente pelo ex-governador de Pernambuco.
A rede de transmissão de dados Infovia, do governo estadual, foi mostrada pelo diretor da Detic (Diretoria Executiva de Tecnologia da Informação e Comunicação) Ronaldo Sawada. Ele mostrou que o caminho formado por cabos fibra ótica podem ajudar a promover a educação, saúde e administração e estão à disposição dos prefeitos.
Também apresentaram propostas que podem favorecer o trabalho dos novos gestores a secretária chefe de gabinete do governador, Cira Moura, o secretário de finanças Vagner Garcia e o secretário do Planejamento, Orçamento e Gestão George Braga.
FONTE: SECOM

Ex-governador está preso e Justiça Federal no Rio decidiu que ele deve ser transferido. MPRJ denunciou irregularidades em visitas.viaturas da Polícia Federal (PF) já deixaram o Complexo de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio, para realizar a transferência do ex-governador Sérgio Cabral, que está preso. No trajeto que levou aproximadamente 30 minutos, Cabral saiu de Bangu em um comboio de três carros para a base aérea do Galeão, onde irá embarcar para Curitiba. A estimativa é que o ex-governador chegue a Curitiba às 15h.Em imagens aéreas, Cabral, de camisa branca, foi filmado se despedindo de pessoas dentro do presídio. No momento em que deixava a penitenciária, Cabral foi vaiado e chamado de “ladrão” por pessoas que aguardavam para visitar internos.

O juiz federal Marcelo Bretas decidiu pela transferência do ex-governador depois que o promotor André Guilherme Freitas, das Promotorias de Justiça de Execução Penal do RJ, do Ministério Público estadual, denunciou que Cabral estava recebendo na Cadeia Pública José Frederico Marques visitas de amigos e familiares sem que eles estejam cadastrados na Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap). A informação foi divulgada com exclusividade pela Globonews.

“Estava recebendo visitas de forma ilegal. Visita de parlamentares e até

mesmo de familiares em descumprimento às regras de visitação. Isso fere o princípio da igualdade. Eu tive o cuidado de agrupá-los e enviá-los ao juiz federal para que ele tivesse conhecimento do que estava acontecendo”, disse o promotor André Guilherme de Freitas, do Ministério Público do RJ.

Em seu ofício ao juiz Bretas, o promotor comunica que a visita ao ex-governador está ocorrendo de forma “irregular e ilegal”. Para chegar a essa conclusão, o promotor colheu informações de visitantes e da Seap.

“O referido réu está recebendo visitas de familiares e pessoas amigas em desconformidade com resolução que limita a um único credenciamento”, informa o documento. As regras são semelhantes a parentes.O documento ainda relata que autoridades públicas devem visitar o ex-governador no exercício de suas funções, o que, segundo descobriu o promotor, não vem acontecendo.Cabral se despede ao deixar Complexo de Gericinó (Foto: Reprodução TV Globo)

Cabral está preso desde o dia 17 na cadeia pública José Frederico Marques. Sua prisão fez parte da Operação Calicute, da Polícia Federal e Ministério Público Federal, que apura desvios em obras do governo estadual. O prejuízo é estimado em mais de R$ 220 milhões. Além de Cabral, dez pessoas foram presas no dia da operação. Na terça-feira (6), a advogada Adriana Ancelmo, mulher de Cabral, também foi detida.

A operação Calicute foi deflagrada a partir de investigações da Polícia Federal e de uma Força-tarefa do Ministério Público Federal do RJ. De acordo com as investigações, Cabral era o cabeça do esquema de corrupção e de recebimento de propina, que envolvia obras da Andrade Gutierrez.

A Polícia Federal concluiu no dia (30) o inquérito relativo à 1º fase da Operação Calicute. As investigações resultaram em 16 pessoas indiciadas pelos delegados federais que conduziram o procedimento por crimes que vão de corrupção passiva e ativa, organização criminosa a lavagem de dinheiro. Serão instaurados ainda outros inquéritos policiais para aprofundamento de novas vertentes da investigação. Entre os indiciados estão o ex-governador Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo.

A Seap divulgou nota sobre as visitas ao ex-governador. No documento esclarece que “todas as visitas de familiares do ex-governador Sérgio Cabral foram previamente cadastradas e tiveram as carteirinhas de visitantes expedidas conforme normas desta secretaria. Esta secretaria esclarece, também, que tem sido fiscalizada pelo Ministério Público e pela Vara de Execuções Penais nesta unidade prisional e em todas as outras. Cabe ressaltar que deputados possuem prerrogativas parlamentares para entrar e, inclusive, fiscalizar unidades prisionais a qualquer momento, sem necessariamente ser o dia de visita”.A Secretaria Penitenciária esclareceu ainda que há câmeras em Bangu 8 para monitorar a movimentação dos detentos. A Seap colocou os vídeos à disposição do Ministério Público Estadual e do Ministério Público Federal para que se verifique se houve ou não facilidades ou benefícios concedidos a internos.Cabral foi preso na quinta-feira (17) (Foto: Reprodução) Por : G1

 

 

Diversos documentos que constam em Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), apontam uma suposta contaminação por crimes eleitorais cometidos durante toda a campanha do prefeito eleito de Monte Negro, Evandro Marques (DEM), e da vice, Micele Albano (SD).

De acordo com o processo, ajuizado pelo Ministério Público Eleitoral, sob a responsabilidade da promotora Priscila Matzenbacher Tibes Machado, os eleitos e pessoas ligadas a eles teriam cometido graves crimes como a compra de votos e abuso de poder econômico durante a campanha eleitoral deste ano que podem comprometer os futuros mandatos. A AIJE foi protocolada após diversas denúncias que chegaram ao conhecimento da promotora.

A ação já está tramitando na 25ª Zona Eleitoral da comarca de Ariquemes, e atualmente, está em fase de apuração dos fatos para posterior julgamento.

Evandro e Micele serão diplomados durante a tarde desta sexta-feira (09), na sede da Câmara de Vereadores de Monte Negro. Provavelmente a decisão final sobre o caso não saia até o final deste ano, devido ao recesso do Poder Judiciário, que está previsto para daqui a 10 dias, mas a AIJE tem rito processual rápido definido em Lei específica.

Segundo fontes do Rondôniavip, os acusados, assim como pessoas do seu grupo político, também estão sendo investigados por suspeitas de intimidar e/ou coagir testemunhas do processo.

Coação ou intimidação de testemunha dá cadeia

Relembrando, no mês passado, o ex-governador do Rio de Janeiro, ex-deputado federal e candidato às eleições presidenciais de 2002, Anthony Garotinho, foi preso pela Polícia Federal, alvo da Operação Chequinho, que mira crimes eleitorais ocorridos em Campos dos Goytacazes, no norte do Rio.

Garotinho era secretário de Governo da cidade, cuja prefeita ainda é sua mulher, Rosinha Garotinho (PR). Ele faria parte de um esquema de fraudes que utilizou o programa Cheque Cidadão para fins eleitorais. A ordem de prisão foi assinada pelo juiz eleitoral Glaucenir Silva de Oliveira, que alegou que o ex-governador era líder de uma organização criminosa e que estaria coagindo testemunhas de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), além de destruir documentos e provas importantes para o processo.

Também em novembro, a Justiça Eleitoral também determinou a suspensão da diplomação do prefeito reeleito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB), por também ter usado a máquina pública em seu favor durante a campanha para a Prefeitura (abuso de poder econômico).

O que é a AIJE?

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral tem por objetivo impedir e apurar a prática de atos que possam afetar a igualdade dos candidatos em uma eleição, penalizando com a declaração de inelegibilidade quantos hajam contribuído para a prática do ato e cassação de registro ou diploma.

Compra de votos e abuso

A captação ilícita de sufrágio (compra de votos) e o abuso do poder econômico, apesar de semelhantes, não se confundem. Ambos constituem ilícitos eleitorais que acarretam a cassação do registro ou do diploma do candidato em virtude do emprego de vantagens ou promessas a eleitores em troca de votos, apresentando, todavia, cada qual as suas particularidades, seja na fonte de previsão legal, seja no objeto que visam tutelar.

A famosa compra de votos, espécie do gênero abuso do poder econômico, está prevista no art. 41-A da Lei nº 9.504/1997 e busca reprimir […] doação, oferecimento, promessa, ou entrega, ao eleitor, pelo candidato, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinqüenta mil Ufirs, e cassação do registro ou do diploma. Por : Rondoniavip



A vitória inesperada de Donald Trump à presidência dos EUA deixou o cirurgião plástico Dr. Rey ainda mais esperançoso em governar o Brasil. O paulistano, mais conhecido como Dr. Hollywood, afirma que vai se candidatar à presidência da república nas eleições de 2018 e acredita na vitória.
Em entrevista ao jornal ‘Extra’, o médico falou sobre o assunto: “Vou tirar o Brasil da miséria”, prometeu ele, durante um discurso no sábado, na noite de autógrafos da sua autobiografia, no evento promovida pela “Revista Lagos”e pelo salão “Beach & Charm”, em Búzios, na Região dos Lagos.

Empresário e apresentador de TV, Roberto Miguel Rey Júnior, de 55 anos, diz que tem planos ousados para o Brasil e prometer acabar de vez com a corrupção e elevar a economia do país através da redução de impostos. Ele se espelha em ideias e no conservadorismo de Trump para mudar a nação.

Cogintando se pré-candidatar pelo Partido das Mulheres (PMB), Rey disparou: “Vamos valorizar o indivíduo, baixar os impostos e criar o maior ambiente corporativo do mundo. Vou dar esperança para essa geração” afirmou ele.

Ainda segundo a publicação, Dr. Rey foi candidato a deputado federal em 2014, quando recebeu 21.371 votos e não foi eleito. Ele credita à derrota ao fato de não ter se rendido à corrupção no país.

“Fiz a minha campanha honestamente. Desgastei três sapatos em três meses de campanha, de porta em porta. No Brasil, o voto é comprado, por isso que eu não ganhei. No fim do dia das eleições me pediram um ‘cachêzinho’. Eu venho de outro planeta. Eu vejo o Brasil objetivamente, e o país precisa de alguém de fora, que não tem a lama da política. Politicagem é ruim. Eu venho não só de fora da política, mas de outro planeta. Eu já sou milionário. Vou pagar a minha própria campanha e não dever favores. O Trump ganhou e pagou a campanha dele. Ele deve zero favores. Tudo o que eu fiz na minha vida foi pensando em um dia ser presidente do Brasil”.

Por Notícias ao Minutos