SAÚDE (Pág 4)

Os moradores da av. Sete de Setembro da cidade de Urupá ( RO), estão reclamando do mal cheiro, bichos mortos dentro de saco estão sendo jogado na beira da rua, lixos de toda espécie, restos de construção,  abandono total.

O mato tomou conta das laterais da estrada. Alunos que estudam à noite temem de medo ao passar na volta pra casa, lixos acumulados.

“A secretária de Saúde do Município faz sua parte em vistorias nas residências em combate à dengue, mas lixos continuam chegando, Quando esquenta o sol, ninguém suporta o mal cheiro”, são palavras de moradores. Os moradores pedem socorro, e pedem solução rápida.

Fonte : www.urupanoticias.com.br
Veja as imagens abaixo 

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As mulheres possuem um hábito bastante peculiar: a grande maioria lava suas calcinhas no banheiro. Tido como um hábito mais higiênico, por não misturar a roupa íntima a outras roupas, ele é também mais prático, mas nem sempre é bom para a saúde.

Segundo o site UOL, xampu ou sabonete não limpam a roupa com eficácia e também podem causar corrimento, coceira e até queimaduras, uma vez que não foram feitos para entrar em contato com as partes íntimas. Outro processo que pode causar problemas é deixar a roupa secando no próprio banheiro, uma vez que o ambiente é muito úmido. Deixar a lingerie úmida em ambiente úmido e sujo é um convite para fungos e, consequentemente, corrimento, revela o site.

Para que a limpeza seja feita com eficácia, o ideal é usar um sabonete neutro e deixar a lingerie secando em local arejado, de preferência com sol, afirmam a ginecologista Bárbara Murayama e o urologista Rodrigo Cividanes, do Hospital 9 de Julho, e o biomédico Roberto Martins Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria. Por fim, passar o forro com ferro ajuda a eliminar qualquer bactéria persistente.

Fonte : Notícias ao Minuto

A febre amarela já provocou a morte de 70 pessoas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo. Segundo boletim divulgado hoje (8) pelo Ministério da Saúde, até o momento, 1.060 pacientes apresentaram suspeita da doença nesses estados, na Bahia e no Tocantins. Do total notificado, 215 casos foram confirmados, 765 permanecem sob investigação e 80 foram descartados. Das 166 mortes suspeitas da doença registradas até agora, três foram descartadas e 93 ainda estão sendo avaliadas.
Minas Gerais é o estado com maior número de registros de febre amarela, com 903 notificações, 191 delas confirmadas, em 73 municípios. O estado também tem o maior número de mortes por febre amarela, 61 das 70 confirmadas.

Com 114 notificações de suspeitas da doença, o Espírito tem 20 casos confirmados de febre amarela e continua investigando outros 89. Seis pessoas morreram pela doença no estado. Em São Paulo, quatro casos de febre amarela já foram confirmados – três com morte – e cinco continuam sob investigação.

Vacina é a principal forma de prevenção à febre amarela Divulgação/Prefeitura Municipal de Vitória. A Bahia tem nove casos suspeitos da doença e o Tocantins, um.

Vacina

O Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que têm registrado casos suspeitos da doença e aos que fazem divisa com as áreas afetadas. No total, 9,9 milhões de doses extras foram encaminhadas a cinco estados: Minas Gerais (4,5 milhões), Espírito Santo (2,5 milhões), São Paulo (1,2 milhão), Bahia (900 mil) e Rio de Janeiro (850 mil). Além da vacina, o ministério vai repassar R$ 40 milhões aos municípios mais afetados pela febre amarela no país.

A vacinação de rotina contra a febre amarela é oferecida em 19 estados do país com recomendação para imunização para a doença. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar duas doses da vacina ao longo da vida. Também precisam se vacinar, neste momento, pessoas que vão viajar ou vivem nas regiões que estão registrando casos da doença: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, noroeste do Rio de Janeiro e oeste da Bahia.

Segundo o Ministério da Saúde, não há necessidade de corrida aos postos de saúde, pois as doses são suficientes para atender às regiões com recomendação de vacinação. Com informações da Agência Brasil.

Fonte : Notícias ao Minuto

Um jovem de 19 anos identificado apenas como Gilmar, morreu nesta quinta-feira (2), com suspeita de “Febre Amarela” no município de Alvorada do Oeste, cidade que fica a 420 km de distância da capital Porto Velho.

O rapaz estava internado há dois dias no Hospital Regional de São Francisco do Guaporé, e estava sendo levado para o Hospital Regional de Cacoal. Porém não resistiu a doença e morreu chegando em Alvorada. Vale destacar que a morte ainda está sob investigação.

Segundo alguns funcionários do hospital, o rapaz teve complicações muito rápido. “Teve febre muito alta, cefaleia intensa (dor de cabeça), dor na nunca e lombar, também apresentou pressão muito baixa. Suspeita de meningite ou febre amarela”, disse uma das enfermeiras. Amigos e parentes lamentaram a morte do jovem. “Era cantor e coordenador dos jovens na igreja católica de São Domingos. Ele estava bem e alegre na igreja domingo”, contou.
A equipe de reportagem Diário7, tentou entrar em contato com a Secretária de Estado e Saúde (Sesau), porém ainda não obteve retorno sobre o caso.
Em contato com a Secretaria municipal de Saúde de Alvorada do Oeste, o AlvoNotícias foi informado de que, o paciênte já chegou sem vida no Hospital Municipal e que, a princípio foram informados de que, o paciente está com suspeitas de menigite. José João Domiciano, secretário municipal de saúde disse ainda que, “a população não precisa entrar em pânico, pois não há casos suspeidos da doença no município”. Tranquilizou.
No Brasil, o estado de Minas Gerais está enfrentando um surto da doença que já confirmou a morte de várias pessoas. Estados ao redor também já confirmaram suspeitas.
A recomendação

Segundo um técnico da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho (Semusa), embora todas as unidades de Saúde da Família disponham da vacina contra a Febre Amarela, ela só deve ser ministrada em crianças de nove meses, com segunda dose aos quatro anos, e em adultos que forem encaminhados por médicos ou que, comprovadamente, vão viajar para regiões onde a doença é considerada endêmica.
Sintomas.
A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra febre amarela.

Transmissão
A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue).
A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra.

Prevenção

Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos.
Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.
Fonte :  Diário7 e AlvoNotícias