Deputado chorão do Acre nunca fiscalizou um hospital mas implora para visitar Lula

Vejo neste ser que chamam de Léo Brito, eleito deputado por um acidente de trajeto com implicações insanáveis para a humanidade, a mais fiel expressão do coisa ruim. Só se compare aos comparsas que assaltam o erário e dele, Léo, ainda recebem reverências.

Imprestável como figura pública, dispensável enquanto cidadão. Aliás, assemelhado a uma ruma de estrume, senão enojador. Mas Deus entrega o projeto pronto, ainda que se arrependa do espécime que mais tarde lhe desonra.

É amigo do poder e dos poderosos. E só. É inimigo do bem, da bondade, do bom senso. É incoerente, despreparado para servir o coletivo, mas ávido pela maldita arte de tietar, e assim o faz desavergonhadamente, como no dia em que a quadrilha da qual faz parte atuou num teatro público em defesa de Lula. O rapazinho do Acre até chorou copiosamente.

A você que se pergunta a razão da crítica, respondo:

Esse deputado, na falta do que fazer, manda ofício à Polícia Federal pedindo para visitar o ex-presidente na cadeia. Verminoso, não vale sequer a folha de papel gasta no malfadado expediente. É desesperador, para aqueles que esperam nos nossos representantes o mínimo de decência, saber que um deputado, fiscal que devia ser da coisa pública, nunca pôs o pé numa UTI de hospital, num posto de saúde, afim de atestar a falta de remédios, médicos e profissionais. Jamais foi a uma escola para inspecioná-la.

Frouxo, puxassaco de poderosos, se acovarda na impunidade, na memória fraca do eleitor, na generosa estrutura do cargo, mas não conhece sequer a ante-sala de uma delegacia, quem dirá as condições em que trabalham civis e militares. Duvido que esse chorão de quinta se esforce para visitar o miserável que vive nos bolsões do entorno da cidade, produtos de uma política nefasta alimentada pelo apoio dele nesses 20 anos de vergonha acreana.

ACJORNAL

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